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Na ponte RJ-SP: Projeto Themselves no Teatro Cacilda Becker + “Dark Room” na Galeria Olido

[Ana Gabriela Castro ministrará uma oficina do método Feldenkrais durante o projeto de ocupação / foto: divulgação]

Começou na última quarta-feira (26/fev), no Rio de Janeiro, o Projeto Themselves – Ciclo Trans-Formes – que ocupará o Teatro Cacilda Becker com atividades até o final do mês de março. Segundo texto de divulgação do projeto, Themselves “não trata do que nos diferencia ou do que afirma uma cultura ou outra, mas na realidade fala do que nos une ao mesmo mundo e à mesma natureza”.

O projeto inclui oficinas, performances e “works-in-progress” dentre suas atividades. Estão programadas, por exemplo, uma oficina do método Feldenkrais, com Ana Gabriela Castro (6-7/mar, 10h às 11h30) (ver foto acima); uma oficina de música (método O Passo) com Lucas Ciavatta (9/mar, 15h às 18h); uma oficina de dança com Jean-Jacques Sanchez (26-28/fev, 14h às 17h; e 6-7/mar, 13h às 16h); além da performance Interações Confluentes (8/mar, às 17h).

Para obter mais informações, visite o blog do projeto em projetothemselves.blogspot.com.br ou envie um e-mail para projeto.themselves@live.com. O projeto conta com o apoio da Aliança Francesa, FUNARTE (Fundação Nacional de Artes) e Teatro Popular Oscar Niemeyer (Niterói (RJ)).

[Dark Room, com a iN SAiO Cia. de Arte (SP) / foto: Claudio Higa]

Em São Paulo, a iN SAiO Cia. de Arte está em temporada com o espetáculo Dark Room (ver foto acima). Concebido e dirigido por Claudia Palma, Dark Room explora a percepção por meio da proximidade e da fragmentação de imagens de movimento, e fica em cartaz – com sessões gratuitas – na Sala Paissandu (Galeria Olido) até a primeira quinzena de março.

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Conforme explica o texto de divulgação do trabalho:

Em Dark Room, a cena é composta a partir de desejos de aproximação, num ambiente permeado pelos sentidos. Ao dividirem com o público o palco – sensivelmente reconfigurado para explorar essa relação de proximidade com a plateia – seis intérpretes-criadores lançam seus corpos a afetos, olhares, recolhimentos e riscos. Num jogo entre objeto e sombra, movimento e pausa, abrem-se frestas por onde espiam voyeurs: a presença se dilui e se reconstrói quando olhar é quase tocar. Ao experimentar essa dança fugidia, fragmentada, que escapa quando parece que vai se estabelecer, os intérpretes constroem um caleidoscópio de imagens em movimento.

O espetáculo, que foi contemplado pela 14a. edição do Programa de Fomento à Dança da Cidade de São Paulo, contou com a colaboração do filósofo Rodrigo Vilalba e da bailarina Ana Terra. Em cena, estão Cristina Ávila, Felipe Teixeira, Mariana Molinos, Natalia Franciscone, Renato Vasconcellos e Vinicius Francês, que também assinam a criação do trabalho.

Dark Room possui classificação indicativa 16 anos e fica em cartaz na Sala Paissandu (Galeria Olido) até 16/mar (quinta a sábado, às 20h; domingos, às 19h). A Galeria Olido fica na Avenida São João, 473 – 2o. andar – República – São Paulo (SP).

Abaixo, vocês podem conferir imagens do processo de criação do espetáculo:

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