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[textos] Blogueir@ Convidad@: Aline Bernardi compartilha seus 'bilhetes de transição'

bilhetes de ……………… transição: [hi-hi] estória de quem caminha, por aline bernardi

[fevereiro de 2015]

[enquanto aline lê quando sofia escreve]

:: “caminho na rua, atravesso a praça. deixo chegar os acordes de corpos – a criação continua de cidade. demoro-me numa determinada paisagem geográfica e humana. experimento deixar aparecer a dança. pratico a afinação do nascer do gesto em cada ondulação do encontro com os sons, as temperaturas, as travessias, as luminosidades. oscilo constantemente entre uma presença mais recolhida em que quase me torno invisível, em que ninguém me interpela como não interpelamos a escadaria ou o poisar dos pássaros, e uma presença que avança, se estende, e se torna muitas vezes vizinha, próxima, conversável. a especificidade da dança que vai aparecendo emerge constantemente dum chão de possibilidades com certeza restrito pela experiência de dança que vou concretizando, mas ao mesmo tempo infinito. esta dança corpo-cidade faz-se presente rigorosamente.” ::

lisboa, buenos aires, paris, rio de janeiro, são pedro da serra, macau, lille, alzate brianza, istambul, copenhague, são paulo, granada, berlim, dili, colônia de sacramento, milão, são cidades que atravessam os corpos das pessoas que, desde outubro de 2014, estão na prática de fiar juntos

… entre dançar, pensar, conversar, caminhar, dormir, documentar, e muito chá, vamos praticando, entre o studio do c.e.m. e as ruas de lisboa, a escuta lisa-ondulada-permanente da cidade e dos corpos: a radio pedras na stress fm já vai nascendo entre largos e telhados, as fanzines feitas a várias mãos vão sendo distribuídas ao longo das rotas, o blog vai contando um pouco do nosso percurso. o desejo do festivalpedras15 vai aparecendo na prática rigorosa e persistente do estar-diariamente juntos. a margarida já até vislumbrou o nome deste pedras, lá nos deslizares coladinhos sob o telhado de dona lubélia : a arte de caber em toda a parte. continuamos a escutar, seguimos à deriva, entre lisboa vísivel e lisboa invisível, perguntando o que é cidade, o que é corpo, o que é corpo-cidade, o que é transitar, atravessar, estar, encontrar… vamos descobrindo que “não-saber” tem um sabor misterioso de aprendizagem e continuamos atentos ao que pode ser aprender.

[enquanto aline lê quando mariana escreve]

:: “desta prática via arte, de poder criar corpo e (re)criar a cidade, podemos partilhar que os corpos não se impõem, coexistem. vamos descortinando uma dança que acontece no limiar entre o visível e o menos visível, entre um pedaço da calçada e uma janela entreaberta, um gesto de poesia e a resistência de continuar vivo, acontece e se inscreve no dia-a-dia. a arte que não pede licença para acontecer vai tecendo corpo e cidade numa mesma trama complexa e descontínua. para quem atravessa esta experiência que não tem ponto de retorno, a cidade nunca mais será a mesma, nem o corpo. e é precisamente  quando se dá o “encontro”, no momento aparentemente efémero e que tem uma medida recorrentemente “micro”, que a potência da criação de modos de existir se revela. praticamos fisicalizar as relações para fisicalizar a cidade e vice-versa.” ::

transição… toda estória tem pelo menos 3 versões: a estória vivida, a estória contada e a estória inventada. transição… a transição de uma estória para outra estória é uma legião de estrangeirismos que pode nos conduzir ao princípio de um aceleramento… transição… aqui a estória-com-e foi escolhida pelo simples gosto da vibração-com-e na passagem de ar pela garganta… transição… nas terras lusitanas a estória-com-e dificilmente foi usada, pode ter sido esse tal gosto pela vibração-com-e que fez ressonância nas terras brasileiras… transição… foi curioso descobrir que a e-stória surgiu no século XIII e a hi-stória no século XIV… transição… suporte para um sobressalto de um instante talvez breve e profundo e superficial e longínquo… transição…

o que é um espaço político destinado à prática da transição? o que é a transição? o que é política? tensão permanente? qual tensão praticamos na comunicação? como que os corpos juntos criam um mesmo acorde? um desejo de sentir a cadência das diferentes notas acontecendo… o que é a arte do não-saber e de atravessar algo? o que se cria quando perguntamos juntos sobre algo nessa travessia? como aprender a aprender? deslizamos nossa atenção para o movimento ininterrupto das células e a percepção de que não há encontro sem deformação nos excita: o corpo-mundo está a fazer tessituras e percorrer ruas amplia a trama das vozes que ecoam e vibram nos fios do caminhar.

[enquanto aline lê quando erika escreve]

[terreiro do paço] :: “dissolver-se não é desintegrar-se. do rossio ao tejo, descemos a rua augusta. subimos. descemos. há uma luza infinita e limites que não se atinge. vejo o que está do outro lado do rio, mas chamo de horizonte. o tejo é o oceano que vai até santos, brazil. não vejo além-mar, mas sinto minha terra, minha casa. o corpo não consegue sair da praça do comércio. não há nada que me prende lá, no entanto não consigo sair. minhas células se esparramam nos pequenos pedregulhos que formam o chão. do chão ao rio, do rio ao mar, do mar além. naus viajantes. todos somos.” ::

[enquanto aline lê quando mariana escreve e tira foto acima]

:: “se arte da cabidela não fosse devidamente praticada, os cãezinhos de loiça da lubélia tinham perdido o amor à integridade. porque ela deixaria de lá estar, claro está. E a lubélia tem certamente muito amor também a essa integridade das loiças. mas também à abertura, que numa qualquer hierarquia que não é bem aquela vertical que estamos habituados a ver, se pôs acima do amor à loiça. e que acho que fiquei com um bocadinho mais de loiça no meu coração. vista alegre.“ ::

aprendizagem tem engendrado vibrações com o dobrar, o desdobrar também é dobrar : dobrar uma esquina, desdobrar o casaco pois começou a chover, dobrar a língua para saborear o silêncio, desdobrar as camadas de pele para ouvir mais, dobrar o papel que recebe quando paga-se algo, desdobrar aprendizagem tem perpetrado uma articulação sutil entre a mão e o olho : na prática do caminhar entre studio e rua, a mão ensina ao olhar a traçar e, ao mesmo tempo, o próprio percurso que está sendo desenhado pelos pés faz o olho traçar visualmente o que a mão vai descobrindo. como cada um se implica na criação de si e do mundo?

interpelar e investigar a comunicação é um exercício constante que vamos elastizando, enquanto tecemos fronteiras e ressoamos balizas dessa convivência. é um fio que aparece no enquanto. vamos experimentando, provando e apurando o espaço de ressonância desse tanque de perguntas: o que acontece nesse dar-receber, nesse falar-escutar, quando no mesmo movimento? corpo-mundo-corpo-mundo-corpo-mundo numa coexistência de velocidades : uma prática em torno da sensação de confiança no gesto quando no ir-vir da sensação de esperança enquanto suporte-mundo.

[enquanto aline lê quando jo-anna escreve em francês]

[rota. route.] :: “le mot route en français ne m’évoque pas la même chose que le mot rota. rota est un mot dont je ne pourrais jamais vraiment donner une définition. rota c’est se retrouver et partir pas à pas. découvrir des odeurs, des bruits nouveaux. se rendre compte que nous sommes les seules femmes entourées de groupes d’hommes dans cette rue. danser l’ondulation du chameau dans la rue da mouraria. cuisiner et manger de la soupe chez amalia, chez loubélia. nous avons quitté la rue mais nous sommes toujours en rota. puis écrire, écrire, écrire, chez un cordonnier. rencontrer. c’est à ne pas savoir quand la rota s’arrête. etre plus attentive chaque fois. faire la différence entre chaque pavé. voir la moindre brèche dans les murs. manger sur des escaliers sous la pluie. fermer les yeux. ecarter les doigts et sentir l’air passer.” ::

[enquanto aline lê quando florencia escreve]

:: “tudo começa quando já tem começado e percebo desse tempo o quanto do meu desejo está aí pulsante. nisso que a rua chama de corpo e que o corpo vive enquanto rua. os satélites que contornam as atmósferas de danças em espaços e tempos cadentes, que sussurram como fumaça e se esparcem, giram, dão voltinhas. en una calle de lisboa, donde el sol brilla incansablemente plateado en todo.” ::

atravessar   :    traçar………………   uma rota, andar por uma travessa………. atravessar a faixa de pedestres, traçar…………… uma linha e pausar perto de alguém desconhecido; atravessar o atropelo das línguas e traçar……………… o avesso de um mapa. parece possível atravessar o corpo da parede, parece possível traçar a trajetória do vento e mover esta travessura. atravessar……………… o olhar pelo espaço para ver no possível desse atravessamento.

nos inícios entre largos, trilhos e telhados, pelo largo de são domingos, desliza-se para o campo dos mártires da pátria : o barulho muda, as camadas de sobreposição sonora são outras. carros continuam a passar nas ruas e logo vem também o canto de um galo. o corpo escuta a alteração dos químicos, coisa que gostou de aprender da língua da luz, quando assiste a travessia de um pato e encontra o vento nas asas de outro pato. já no início do mercado da ribeira, surge a pergunta: o que é comunicação e o que são dobras da língua do falar-escutar? no corredor dos peixes há vários ritmos: gente a passar rápido (estão com pressa ou não estão a perceber a velocidade dos seus pés na relação com os pés do entorno?), um homem a sentir o cheiro de cada peixe (o que está ele destecendo ou tecendo com o nariz-pele?), alguém recebendo o troco de alguma compra (que movimento ágil tem as mãos quando tocam nesse papel-dinheiro!), uma senhora falando ao telemóvel-celular (a boca da senhora abrindo-fechando enquanto praticava comunicação traz a sensação da palavra ma nos lábios)! dona lourdes e as flores no cotidiano das pessoas têm uma insistência delicada e inquietante. naquele outro início de são bento, vozes de flautas no luthier: o som não pesa, o que pesa é o caminho. parece um provérbio não é mesmo? alguém pergunta: pode acontecer de entrar flauta e sair saxofone? naquele início da mouraria que a rota gosta de passar, o sofá vermelho se colocou por entre as pedras portuguesas e ficamos numa tarde de sol e chuva intercaladas escutando a rádio com as sabedorias de piedade, que morou muitos anos ali perto do beco da amendoeira; pelas veias que esse beco vai convidando, tivemos em outro início uma sopa no quintal de amália, onde latidos, miados e vozes se acomodam muito bem juntinhos, e geram uma polifonia de sentidos. no início da calçada de santana e suas ramificações o sol muda de lado e feito patos todos os corpos vão na sua direção, pratica-se a elasticidade do riso e contam-se os passos em bocas. as miniaturas e a doçura da casa de dona lubélia convidam para uma sopa festiva e travessias de corpos apertadinhos entre os cômodos. na casa de dona lubélia as coisas se equilibram de forma surpreendente! tenho a impressão que as solas dos sapatos ganham espessura de tanto caminhar pelas ruas.

Leia mais:  Curso e oficinas na ponte RJ-SP: Jamil Cardoso + Cia. Corpos Nômades

[enquanto aline lê quando josé gil escreve]

::”tudo se concentra no olhar : este recolhe o silêncio, cria o vazio completo quanto ao que há a dizer, absorve todo e qualquer significado que fosse expresso pela fala. se alguma coisa diz – e diz tudo nada dizendo – é o puro acontecer, contingente e inominável, da passagem para a morte (que não é o nada, mas um sobreviver ao caos, nas concepções egípcias); e, por isso mesmo, por refluxo sobre a imagem da vida, puro acontecer de uma existência assim desnudada. aquele olhar absolutamente enigmático porque, estando vazio, está pleno, viu tudo, pode ver tudo e diz-nos a interrogação permanente desse acontecer. por isso aqueles retratos se calam e se envolvem num silêncio para dentro. agora o rosto é o tecido, compõe a tessitura própria da alma silenciosa”::

atravessar o espaço urbano torna-se uma prática à página em branco, cada gesto pode emergir desse ritmo aberto à escuta. o vivo é circular nesse instante, os olhos estão a mirar algo tão íntimo que a pele arrepia; a pausa pode ser capaz de tocar sabores de quem se move pelas ruas. as folhagens de outrora daqueles pés tortos já seguem novas direções.

como costurar e tecer no espaço urbano? um exercicio com as ondulações de intensidade: essas que estão a pisar um solo e que perscrutam a sola do pé entrando e saindo desse chão. é possível até escutar a música que é composta enquanto caminha-se. olhar ao redor : o que está acontecendo com a visão? o passo faz aquela cadência com o outro passo.

[enquanto aline lê quando patricia escreve]

:: “não são sombras, é o eco da minha visão entorpecida que me impede de ver o céu pintado de pontos luzidios. representam memórias, mesmo antes de terem acontecido. como uma pegada de tempo que se afunda por segundos e permanece deixando o movimento chegar à memória da próxima pegada que já permaneceu. e por onde a memória da sombra?” ::

[enquanto aline lê quando ana escreve]

:: “a minha necessidade de criação é a necessidade de ver, e viver, para além do óbvio, do pequeno, da camada mais superficial, porque preciso de mais, só isso faz-me morrer a alma. não é inventar o que não está lá, está lá tudo, é ver para além para ver o resto. as rotas, tem sido mergulhar na camada superficial, na que me faz morrer a alma, tem sido estar encostada a existências em que só isso existe. e isso mata-me. ali não há poesia oculta. se houver, posso vê-la eu. mas aquelas pessoas não a vêem. e as rotas é estar dentro dessas vidas. nada disto me é estranho. não falo vinda de fora. é daí que eu venho, foi aí que me criei. também por isso me remove, me castiga, me faz sentir presa e claustrofóbica.”::

há diferença entre transitar e atravessar? na transição cabem as diferentes formas de atravessamentos? o sismógrafo político passa a ser decifrado nas linhas das mãos de cada ser que se arrisca a sentir-se vivo nas ruas.

o que é o rigor de estarmos afinando constantemente a relação com a tensão do desejo? poderá ser um fio condutor para a criação? caminhar nas tessituras da prática do tecer e destecer enquanto a escuta é em si uma atenção-ação! faz-se muito quando a disponibilidade de um corpo em alguma cidade se abre enquanto perguntas sobre aprender nessa atenção-ação da escuta são praticadas……………………… escrevo em pernas que caminham errantes pelas ruas nervosas de pensamentos desconhecidos.

[enquanto aline lê quando margarida escreve]

:: “por que é que temos medo uns dos outros? por que não praticamos ser quem somos, lidar com as intensidades de cada um, com a atmosfera própria onde o ser-quem-é vive. (solidão acompanhada). o que faz com que nos queiramos ir embora quando experimentamos a estranheza incómoda de uma presença, forma de concretização das coisas que não seria a nossa, ou quando não encontramos a forma desactivada de tensão que permite que as coisas se concretizem de forma inócua para a nossa atmosfera (para evitar a deformação do encontro). por que temos medo da deformação que provoca em nós considerar o outro na intensidade de ser ele. é isso que dá a estranheza. uma estranheza a que não estamos habituados porque não praticamos ser todos soberanos, porque acreditamos que só podemos ser soberanos à vez, porque dois corpos não cabem ao mesmo tempo no mesmo espaço… no entanto, as atmosferas cabem… – precisamos de atravessar as leis da física que se cristalizaram no nosso pensamento e nos afastaram da possibilidade de sentir o acorde das intensidades do(s) corpo(s) vivo(s). não é sobre convencer o outro a ser como eu, ou atestar que ele nunca poderá ser como eu; é ser enquanto o outro é. o que inevitavelmente nos dá a constatação de que estamos sendo, da plasticidade da nossa forma de vida que se estende-encolhe a cada momento na tensão real com outras formas de vida. não se trata de procurar novas formas de como viver melhor ou com mais satisfação… trata-se de se perceber a si próprio nas constantes escolhas em que a vida assume forma, escolhas que se aproximam-afastam de uma possibilidade de afinação conosco próprios que é sempre móvel. e talvez o medo uns dos outros que gera a paralisia da defesa e que legitima a ditadura de uma forma de viver (para que nos possamos dirigir ao outro apesar do medo que temos dele) possa ser transformado por dentro na mobilidade da soberania da vida constantemente trazida ao visível numa configuração mutante que se afina com a realidade de estar vivendo.” ::

:: viajantes do F.I.A 14/15, no c.e.m., com o desejo das dobras do festivalpedrasd’água15 :: margarida-agostinho-e-cristina- vilhena-e-mariana-lemos-e-andrea-e-peter-michael-dietz-e-florencia-carrizo-e-patricia-maciel-e-isabela-santana-e-ana-estevens-e-sofia-neuparth-e-mariana-vianna-e-aline-bernardi-e-erika-kobayashi-e-jo-anna-dos-santos-e-mariana-vieira-e-gonçalo-pires-e-luz-da-camara-e-ana-correa-e-lucia-brie-e-sérgio-vitorino-e-andrea-brandão-e-salomé-coelho-e-susana-salazar-e-jorge-ramos-do-ó-e-valentina-parravicini-e-graça-passos-e-alex-mogly-e-camila-jorge-e-as-filhas-da-fruta-e

:: desenhos entre esses bilhetes de transição de aline bernardi

[enquanto aline escreve quando links e livros aparecem]

# livro “movimento – escritos em estado de dança” de sofia neuparth [2014]

# link para o texto “a arte que não pede licença para acontecer” da mariana lemos nos Anais do III Congresso Nacional de Pesquisadores em Dança, Comitê Dança (e)m Política [setembro/2014] : http://www.portalanda.org.br/anaisarquivos/2-2014-10.pdf

# livro “<<sem título>> escritos sobre arte e artistas”, de josé gil

em segunda edição, pela relógio d`água editors [2005]

f.i.a. : formação intensiva acompanhada que acontece em lisboa, no c.e.m. (centro em movimento), e tem como desejo a investigação artística enraizada nos estudos do corpo e do movimento. costuma abrir sua convocatória no mês de abril e decorre durante 6 meses, entre os meses de outubro e abril.

festivalpedrasd’água: o festivalpedras é uma iniciativa do c.e.m. (centro em movimento), que decorre de uma convivência demorada pelas ruas de lisboa. o pedras15 está sendo desenhado e já se sabe que vai acontecer entre os dias 30 de junho e 05 de julho, com body storm no dia 07 de julho de 2015.

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[enquanto aline pesquisa quando links do ctrlaltdança aparecem]

# texto de andré bern sobre caminhadas performáticas: http://ctrlaltdanca.com/2012/01/06/a-caminhada-enquanto-acao-performativa-em-monografia-de-andre-bern/

# mini festival se essa rua fosse minha em petrolina : http://ctrlaltdanca.com/2012/10/24/se-essa-rua-fosse-minha-minifestival-de-experimentos-para-espacos-urbanos-entre-petrolina-pe-e-juazeiro-ba/

# manifesto de um corpo que age na rua por danielle greco : http://ctrlaltdanca.com/2013/08/02/textos-danielle-greco-convida-para-um-manifesto-do-corpo-para-o-corpo/

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# aline bernardi: artista e investigadora das artes do corpo. atualmente está integrando a f.i.a, programa de investigação artística do c.e.m. em lisboa. formada em dança na escola técnica e na faculdade angel vianna. idealizou e coordena a série de encontros corpo palavra, e alimenta um interesse pelos trânsitos entre dança e escrita no processo de criação.

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