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Karaokê

karatê  KARAOKÊ

Karaokê é uma prática japonesa muito difundida no Brasil e em vários países do ocidente. Ao pé da letra, a palavra significa “o​rquestra vazia”.

Surgido na década de 1970 e tendo passado por muitas modificações, o karaokê era originalmente um entretenimento de socialização e uma forma de incentivar as pessoas a gastar mais com bebidas nos bares e hotéis. Nos anos 90, apareceram as primeiras máquinas interativas chamadas Tsuushin karaoke – nas quais era possível selecionar músicas usando controle remoto. Nesta mesma década, aconteceu o boom internacional e o karaokê se espalhou pelo mundo.

Dança e canto se relacionam, pois voz é corpo. Muit@s artistas da dança conectam voz e movimento – como, por exemplo, Meredith Monk e seus experimentos vocais em performances. Existem danças que motivam a voz e vice-versa.

O karaokê traz em si uma estética mais particular, que envolve tanto o universo da diversão, quanto o da dublagem, dos hits… o vestuário mais conectado com as culturas pop, o universo do videoclipe, da performance de cantor@s que dançam – como é o caso de James Brown, Michael Jackson, Liza Minelli ,Tina Turner, Beyoncé e muitas e muitos outr@s. Na cena/performance, a simples presença do microfone – com ou sem pedestal – evoca essa estética.

 

[*] Esta postagem integra a série Repertórios – uma das ações do projeto Dança Carioca na Rede: Corpo e Memória.

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