Início » Notícias » Seis Anos Depois: Esther Weitzman

Seis Anos Depois: Esther Weitzman

Esther Weitzman / foto: Julius Mack
Esther Weitzman / foto: Julius Mack

Seis Anos Depois é uma série de conversas conduzidas por André Bern com artistas que foram entrevistad@s por ele durante o ano de 2010: Esther Weitzman, Paulo Marques, Morena Paiva, Lígia Tourinho e Giselda Fernandes. A primeira a voltar a conversar com André foi a coreógrafa Esther Weitzman (ver foto acima), que também ministrou uma oficina gratuita no Centro Coreográfico da Cidade do Rio de Janeiro como parte do reencontro (confira as fotos de Julius Mack no final desta postagem).

Esther Weitzman é especialista em Arte e Filosofia (Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, 2006), formada em Dança pela Escola Angel Vianna. Atualmente, integra o corpo docente dos cursos de Licenciatura em Dança e de Teatro da Universidade Candido Mendes (RJ), além de atuar como professora de dança contemporânea na PUC/RJ e na Faculdade Angel Vianna. Em 1992, fundou o Studio Casa de Pedra – Centro de Educação e Arte do Movimento. Em 1999, criou a Esther Weitzman Companhia de Dança, firmando-se como coreógrafa no cenário da dança brasileira. Seus eixos de trabalho são a criação coreográfica, a pedagogia da dança, além da formação de atores, bailarinos e coreógrafos. Sua última criação, Dançar (não) é Preciso, encontra-se em circulação por diversos teatros e espaços culturais da cidade do Rio de Janeiro.

André Bern e Esther Weitzman / foto: Julius Mack

No bate-papo, André e Esther passeiam pelas criações da coreógrafa nos últimos seis anos, com especial destaque para o sucesso de Jogo de Damas. “Acho que a nossa energia era tanta, de tanta mulher junta… é como se o trabalho tivesse vida própria. Nem gosto de dizer, porque é como comparar filhos (…) ele é muito alegre, poético, pra cima! Envolve diversas gerações e maneiras muito próprias e diferentes de mover”, compartilha a artista.

Leia mais:  Intrépida Trupe e Tatiana France conduzem oficinas e cursos livres no Rio de Janeiro

A conversa ainda abre espaço para temas como parceir@s de trabalho, a peculiaridade de cada empreitada criativa, o desafio de manter uma companha de dança no atual contexto artístico-cultural, além de percepções sobre o processo de elaboração de Dançar (não) é Preciso:

Para Dançar (não) é Preciso, estava com aquela frase na cabeça, “Viver não é preciso. Navegar é preciso” [do poeta português Fernando Pessoa]. Eu estava muito a fim de pegar alguma coisa difícil, pra me desafiar, ver se sei fazer.

Logo após a oficina que Esther ministrou no Centro Coreográfico (RJ) (em 6/mai) – “Dança e Criação: um sopro de ideias” – ela ressaltou a alegria do encontro com o grupo de jovens artistas e demais interessad@s – “uma felicidade tremenda” em suas próprias palavras:

:

Sobre o bate-papo com André, a coreógrafa confessou que – depois da estreia de Dançar (não) é Preciso – teve vontade de “conversar tudo de novo”:

:

Para baixar gratuitamente o fascículo virtual que contém a entrevista com Esther, clique aqui. Seis Anos Depois integra o projeto Dança Carioca na Rede – Corpo e Memória, contemplado pelo Programa de Fomento à Cultura Carioca 2015 (Secretaria Municipal de Cultura / Prefeitura do Rio).

:

Comentários