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Seis Anos Depois: Paulo Marques

Paulo Marques / foto: Julius Mack
Paulo Marques / foto: Julius Mack

Seis Anos Depois é uma série de conversas conduzidas por André Bern com artistas que foram entrevistad@s por ele durante o ano de 2010: Esther Weitzman, Paulo Marques, Morena Paiva, Lígia Tourinho e Giselda Fernandes. O segundo a voltar a conversar com André foi Paulo, que também ministrou uma oficina gratuita no Centro Coreográfico da Cidade do Rio de Janeiro como parte do reencontro (confira as fotos de Julius Mack no final desta postagem).

Paulo Marques iniciou sua carreira de dança e teatro em 1980. Desde então, tem atuado como bailarino, ator, mestre de balé, coreógrafo, pesquisador em dança, ensaiador e diretor de movimento em importantes companhias de dança contemporânea e espaços de dança no Rio de Janeiro, tais como: Marcio Cunha Dança Contemporânea, Márcia Rubin Companhia de Dança, Stacatto Dança Contemporânea (Paulo Caldas), Ana Vitória Dança Contemporânea, Companhia de Atores Bailarinos (Regina Miranda), Lia Rodrigues Companhia de Danças, Esther Weitzman Companhia de Dança, Ateliê Coreográfico (Prefeitura do Rio de Janeiro), Os Dois Cia. de Dança (Giselda Fernandes), Teatro Xirê (Andrea Elias), Cia. Étnica de Dança (Carmen Luz), Gisele Alvim Espaço de Dança, Base Dinâmica (Guilherme Veloso e Rafaela Amodeo), Angel Vianna Escola e Faculdade de Dança.

Julius Mack, Paulo Marques e André Bern / foto: Julius Mack
Julius Mack, Paulo Marques e André Bern / foto: Julius Mack

No bate-papo, André e Paulo reativam temas que os orientaram na conversa de 2010, tais como a importância das relações interpessoais, a atuação artística que assume diversas funções criativas, a atividade pedagógica como alicerce de elaboração de um discurso em dança, além da influência do cantor-compositor inglês David Bowie. “Você não vê nada dele aqui, não pintei meu cabelo de vermelho e tal, mas esse é o caldo que saiu”, compartilha Paulo, com o humor afiado que lhe é peculiar.

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O professor e diretor de movimento sublinha o fato de ser, em suas palavras, “cercado de mulheres” – são diversas as coreógrafas, bailarinas e criadoras com as quais tem colaborado ao longo dos anos:

(…) não vivo sem elas. Sou o único gay que não vive sem mulher! Acho que os únicos coreógrafos com quem me dei bem foram Paulo Caldas e o Marcinho Cunha.

Logo após a oficina que Paulo ministrou no Centro Coreográfico (RJ) (em 4/mai) – intitulada “Balé e Contemporaneidade” – ele ressaltou a importância da troca com as/os participantes: “ganho muito com esses encontros, né. A gente acaba se vendo muito no outro (…) Eu não sei nada, quem sabe é você. Eu só digo assim, ‘escolhe aí!’. É só proposição dentro um padrão – que, no caso, é aula de balé”:

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Para baixar gratuitamente o fascículo virtual que contém a entrevista com Paulo, clique aqui. Seis Anos Depois integra o projeto Dança Carioca na Rede – Corpo e Memória, contemplado pelo Programa de Fomento à Cultura Carioca 2015 (Secretaria Municipal de Cultura / Prefeitura do Rio).

 

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